segunda-feira, 18 de julho de 2016

O TRABALHO E ATRIBUTOS DO GANHADOR DE ALMAS

Leitura bíblica: Atos 8.26-40

TEXTO ÁUREO
“Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre teu ministério” (2Tm 4.5).  

VERDADE PRÁTICA
A missão do evangelista é falar de Cristo a todos, em todo lugar e tempo, por todos os meios possíveis.


INTRODUÇÃO

Todos os crentes salvos em Jesus têm a responsabilidades de ganhar almas e fazer discípulos. Mas, para o bom desempenho de sua igreja, o Espírito Santo distribuiu capacidades especiais e diversas para os seus servos realizarem obras diferentes. Segundo Paulo escreveu aos efésios, 4.11, entre os dons ministeriais que foram outorgados à igreja, está o de evangelista, aquele que foi vocacionado e capacitado por Deus para ser um exímio ganhador de almas. A aula de hoje, termos a oportunidade de discorrer sobre este obreiro indispensável para a promoção do Reino de Deus.

I. EVANGELISTA, GANHADOR DE ALMAS

1. Definição. Evangelista é aquele que tem como atribuição primordial na vida anunciar o evangelho. Não se trata apenas de um título, mas de uma vocação. Hoje, quando se ouve a palavra “evangelista”, pode-se pensar em três acepções: (i) aquele obreiro que foi promovido de presbítero para evangelista e está hierarquicamente abaixo da função pastor, conforme o modelo de algumas denominações, a Assembleias de Deus, por exemplo. (ii) Pode-se pensar também naquele crente que simplesmente anuncia o evangelho, consciente de que é o seu dever, sendo assim todo crente deve ser um evangelista. (iii) A terceira acepção, da qual tratamos nesta aula, diz respeito aquele crente que recebeu o dom do Espírito Santo para ser um ganhador de almas por excelência, conforme esclarecido por Paulo em Efésios 4.11. O tal vai se destacar no Reino de Deus pelo seu amor irresistível pelas almas, a fim de conduzi-las a Cristo.

2. O evangelista no Novo Testamento.
 Efésios 4.11 - “E ele mesmo deu uns para... evangelistas...”.

II Timóteo 4.5 – “Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério”.

Atos 8.5-6 – “E, descendo Filipe à acidade de Samaria, lhes pregava a Cristo. E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouvia e via os sinais que ele fazia”.

Atos 21.8 – “No dia seguinte, partindo dali Paulo e nós que com ele estávamos, chegamos a cesárea; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele”.

Romanos 10.14-15 – “Como, pois, invocarão aquele a quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não foram enviados? Como esta escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas”.

No Novo Testamento, toda a igreja de Cristo estava dentro de um movimento cuja ênfase era a anunciação do evangelho. Não podia ser diferente uma vez que a igreja estava no seu nascedouro, com todo o trabalho voltado para a Grande Comissão determinada pelo Senhor Jesus (Mc16. 15; Mt 28.18; At1.8). Na dispersão que houve com a morte de Estêvão, por onde os crentes fugitivos iam passando, iam anunciando o evangelho de Cristo (At8.4). Como resultado da grande campanha inicial de evangelização e resultante colheitas de almas, igrejas seriam estabelecidas, abrindo demanda para pastores, mestres e outros. Todavia, vale observar, que desde o início, alguns já se destacavam por sua habilidade extraordinária na tarefa de ganhar almas, sendo Felipe o principal, o qual chegou a ser chamado de evangelista ( At 21.8). Muito pertinente o comentário abaixo.

A palavra grega que é traduzida por "evangelista" nesses versículos é euaggelistes que significa literalmente "um bom mensageiro”, ou "mensageiro do bem”, ou "boas novas”. Desde o início ela foi usada em referência àqueles que pregavam o evangelho”.

“Nesse sentido, todos os apóstolos foram também evangelistas. Apesar disso, essa era somente uma de suas muitas obrigações. Havia aqueles cujos ministérios eram totalmente voltados a pregar o evangelho para trazer a oportunidade de salvação aos não salvos. Filipe, que foi nomeado com Estevão como um dos sete diáconos em Jerusalém, é um exemplo que temos desse ministério no Novo Testamento. Desde Atos oito, o vemos operando, e seu ministério foi conduzir as pessoas à salvação. Nós então vemos no apogeu desse avivamento na cidade, Filipe sendo levado a pregar o evangelho a somente um homem no deserto. Isso requereria uma notável sensibilidade e obediência ao Espírito, assim como uma submissão ao ministério que Deus havia dado a outros, isto é, aos apóstolos”.[1]

3. O evangelista na era da igreja. Na história da igreja, houve, de tempos em tempos, grandes colheitas de almas, quando o Espírito Santo usou poderosamente pessoas comissionadas e preparadas com o dom de ganhar almas. Só para ficar com alguns, citaremos abaixo uma lista de nomes cujas biografias o aluno fará bem em conhecer a fundo.

John Wesley – séc. XVIII -
Evangelista inglês. Revolucionou sua época com pregações e apelos públicos à santidade.

Jônatas Edwards – sé XVIII.
Teólogo e filósofo estadunidense. É muito conhecido no meio cristão pelo seu famoso sermão “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. Conta-se que enquanto pregava em Enfield, onnecticut, a convicção acaiu de tal forma sobre o público que muitos se agarravam às colunas do prédio, suplicando que os livrassem do inferno.

D. L. Moody – séc XIX.
Evangelista batista norte-americano, pregava a salvação em Cristo de modo diferente. Pregava a plenitude do Espírito Santo e uma vida cristã cheia do poder do alto. Acerca da sua marcante cruzada cristã evangelística de Londres, em 1873 escreveu Robert Boyd: “Moody pregou à tarde no Auditório da Associação Cristã de Moços, em Sunderland. Em pleno culto houve manifestação de línguas estranhas e profecia”.

C. H. Spurgeon - séc. XIX    
Pastor Batista. Inicia jornada de pregação aos 17 anos, pregando nos EUA e Inglaterra, não somente em igrejas, mas, teatros, escolas, e praças livres.

Billy Graham – séc. XX
Pastor Batista, conhecido por suas cruzadas internacionais, falando a mais de 2 bilhões de pessoas em muitos países no mundo.

II. ATRIBUTOS DE UM EVANGELISTA

1.      Amor às almas.
O que primariamente caracteriza um evangelista é seu desejo ardente de ganhar almas. Se o cristão não tem desejo dessa natureza, pode ser tudo menos evangelista. O evangelista vocacionado arde de desejo pelas almas a fim de trazê-las a Cristo. Ele faz disso seu grande objetivo da vida, porque o Espírito Santo assim o despertou (Ef 4.11).

Jesus é um exemplo fantástico de paixão pelas almas: “E Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Ao ver as multidões, Jesus sentiu grande compaixão pelas pessoas, pois que estavam aflitas e desamparadas como ovelhas que não têm pastor. Então, falou aos seus discípulos: “De fato a colheita é abundante, mas os trabalhadores são poucos” (Mt 9.35-37).

Paulo, grande ganhador de almas da igreja primitiva, chega mesmo a sentir dores como que de parto como se estivesse a dar filhos à luz (Gl 4.19). Numa compulsão que só pode ser provocada pela ação do Espírito, o apóstolo dos gentios disse que não poderia, de maneira nenhuma, deixar de pregar o evangelho. O sentido da expressão paulina em 1Co 9.16 dá  a entender que o apóstolo em apreço vivia consumido pelo desejo de pregar: “[...] me é imposta essa obrigação, e ai de mim se não anunciar o evangelho”.

O evangelista pensa em almas para dormir e acorda para pensar em almas. Foi este sentimento que moveu também os grandes avivalistas da história da igreja. Veja as orações e declarações “desesperadas” de alguns por almas.

Paulo: E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. (1 Coríntios 9:20-22)

John Knox orou: "Senhor, dá-me a Escócia ou eu morro!".

Whitefield orava com afinco: "Se não queres dar-me almas, retira a minha!"

John Bunyan declarou: "Na pregação não podia contentar-me sem ver o fruto do meu trabalho".

Matheus Henry: "Sinto o maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e de prata, para mim mesmo".

D. L. Moody: "Usa-me, então meu Salvador, para qualquer alvo em qualquer maneira que precisares. Aqui está meu pobre coração, uma vasilha vazia, enche-a com tua graça".

Henrique Martyn, ajoelhado na praia da Índia, onde fora como missionária, dizia: "Aqui quero ser inteiramente gasto por Deus".

John Mckenzie, ajoelhado a beira do Lossie, clamava: "Ó Senhor, manda-me para o lugar mais escuro da terra!".

Prayine Hyde, missionário na Índia, suplicava: "Ó Deus, dá-me almas ou eu morrerei!".

David Brainerd: "Eis-me aqui, Senhor. Envia-me a mim! Envia-me até os confins da terra: Envia-me aos selvagens habitantes das selvas; envia-me para longe de todo conforto terrestre; envia-me mesmo para morte, se for para teu serviço e para progresso do Teu reino".  "Lutei pela colheita de almas, multidões de pobres almas. Lutei para ganhar cada uma, e isto em muitos lugares. Sentia tanta agonia, desde o nascente do sol até o anoitecer, que ficava molhado de suor por todo o corpo. Mas, ó meu querido Senhor suou sangue pelas pobres almas. Com grande ânsia eu desejava ter mais compaixão".

João Wesley, não raro ficava prostrado no chão, chorando e lutando com o Senhor, por seu povo. Quando sua esposa implorava que explicasse a razão da sua ânsia, respondia: "Tenho que dar conta de três mil almas e não sei como estão".

D.L. Moody ouviu alguém dizer: "Nossa época ainda está para ver o que Deus pode fazer usando um homem cuja vida seja inteiramente comprometida com Ele". Moody disse: "Eu serei esse homem". E foi assim que multidões se converteram a Cristo por meio de Moody.

É muito tocante ler a história desses homens. Melhor ainda é construirmos a nossa própria história. Os nossos desafios hoje são bem maiores. Ganhemos almas.

2. Conhecimento da Palavra de Deus. O evangelista não precisa ser um exímio, mas precisa conhecer a fundo as doutrinas basilares da soteriologia que foi chamado para anunciar. Este conhecimento não consiste em apenas saber intelectual, mas também e, principalmente, experiencial.  Sendo assim, ele precisa primeiramente conhecer a natureza do evangelho, cujo pano de fundo abrange desde a queda do homem (Gn 3), a consequente pecaminosidade universal (Rm 3.23), a consequente morte eterna (Mt 25.46), e cuja figura central  é a providência de Deus para a salvação da humanidade por meio de seu Filho (Jo 3.16).

Para a igreja primitiva e, principalmente para Paulo, o evangelho é uma pessoa: Cristo crucificado e ressurreto, assunto ao céu, assentado à direita de Deus, de onde intercede por sua igreja e de onde voltará para buscá-la (ver 1Co 15.3; Mc 4.62; Rm 1.1-3; Hb 4.14).

Segundo, precisa ter sido transformado pela mensagem que prega. Nesse particular, temos em Paulo um grande modelo. Primeiro, a mensagem dele era Cristo crucificado (1Co 2.2). Segundo, ele mesmo já havia tido sua própria experiência com o evangelho, o que lhe rendia convicção inabalável na pregação (Rm 15.18).

Destarte, precisa-se manejar bem a Palavra de Deus (1Tm 2.15) para que, como Felipe, tenha a habilidade para conduzir as pessoas a Cristo (At 8.35) e responder, com mansidão e temor, àqueles que pedirem a razão de nossa esperança (1Pe 3.15).

3. Espiritualidade plena. Precisa saber que o oxigênio de sua mensagem, que a propaga e a torna poderosa é o poder do Espírito Santo. Por isso que o batismo com o Espírito Santo é imprescindível para o exercício deste ministério. Foi Jesus mesmo quem orientou seus discípulos a não se ausentarem de Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder para serem testemunhas (At 1.8).
Vemos que Filipe era homem cheio do Espírito Santo (At 6.2-4), por isso tinha um ministério com pregação acompanhada de sinais extraordinários (At 8.6-7). Estêvão pregava a mensagem de Cristo com tanta unção e graça que aqueles que o ouviam não podiam lhe resistir (At 6.10). Paulo declarou aos romanos que a sua pregação não consistiu em palavras de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e em poder (Rm 2.4). Somente para fechar a lista, visto ser muito intensa, Pedro, em um só sermão, arrebanhou quase três mil almas, isso porque os que o ouviam se compungiram em seus corações, pois não podiam resistir àquelas palavras (At 2.37).

Portanto, quem evangeliza precisa ter uma vida plena, resultado de uma busca constante pelo poder do Espírito para que sua pregação não consista em meras palavras de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e poder. Para um pregador de vida vazia, a mensagem da cruz pode soar como mais um conto entre tantos da imaginação humana.

4. Disponibilidade. Claro está que o evangelista, para ter um ministério maximizado, precisa de tempo disponível. Até porque ganhar almas tornou-se a grande prioridade de sua vida. Ele precisa estar à disposição do Espírito Santo. Isso não significa descuidar de outras áreas importantes da vida. Na verdade, disponibilidade tem mais a ver com prontidão para, abertura para... É criar oportunidades e estar atento a cada uma que surgir para falar do amor de Deus. Há pessoas que vivem integralmente para a obra de Deus, outras que não, pois tem de se ocupar com o trabalho secular e outras atividades. Todavia, vale ressaltar, muitos que tem o dom de evangelista e estão exercendo vários papéis sociais, onde aproveitam as oportunidades que têm e ganham muitas almas para Jesus.

Jesus nunca desperdiçou uma oportunidade de pregar. Jesus pregava em todos os lugares, a todas as pessoas. Ninguém era tão sábio ou indouto que pudesse ser dispensado de sua pregação. Ele pregou para um mestre de Israel chamado Nicodemos (Jo 3.1-21); como também para uma mulher simples de Samaria (Jo 4.1-30). Ele pregava a grandes multidões (Mc 6.34), a pequenos grupos e também individualmente (Lc 24.27; Jo 3 e 4). Em todos os lugares, eis o incansável Mestre pregando: nas sinagogas (Mc 6.2), em casas particulares (Mc 2.1; Lc 5.17), no templo (Mc 12.35) e nas aldeias (Mc 6.6). Para ser alvo de sua pregação, bastava está em seu caminho.

III. O TRABALHO DE UM EVANGELISTA

1. Proclamação do evangelho. Todo obreiro do Senhor precisar ter consciência plena de sua vocação no corpo ministerial da igreja. Não dá para fazer tudo e com profundidade. Por isso que Deus chamou cada um com uma vocação. Assim como ao mestre deve haver dedicação ao ensino, ao evangelista cabe dedicação na proclamação do evangelho de Cristo. Ele não pode se perder em firulas, em controvérsias teológicas, coisas que podem gerar embaraços no exercício de seu ministério. A orientação de Paulo ao evangelista Timóteo é para que este faça, de fato, o trabalho de um evangelista (1Tm 4.5).

2. Apologia da fé cristã. No próprio exercício ministerial de anunciar a Cristo, o evangelista se deparará, não raro, com ocasiões em que precisará apresentar uma defesa inteligente e sistemática da fé, ou seja, atuará como apologista. Tal desafio acontecerá quando se deparar com corações mais reticentes, inclinados a debates e questionamentos.  Jesus fez muito isso (Jo 3.1-13; Lc 10.33). Paulo várias vezes teve que apresentar uma defesa sistemática da fé (At 17; ver Fl 1.15). Ressalte-se também o fato de que muitos trabalham na evangelização de pessoas de outras religiões e seitas e, portanto, ficam diante dos mesmos desafios que a igreja primitiva enfrentava em relação aos judeus e gregos (ver 1 Co 1.23).
Destarte, o evangelista deve estar pronto, a partir do exercício constante do estudo e da oração para apresentar, sempre que necessário a defesa inteligente e sistemática da fé que prega.

3. Integração do novo convertido. O evangelista não é pastor, mas ele trabalha em conjunto com este, pois cabe a ele ganhar as almas e integrá-la a uma igreja local a fim de que as mesmas sejam discipuladas e se tornem outros obreiros eficientes na promoção do reino de Deus.  Pegando Paulo como modelo, ele, onde passava, ganhava almas, estabelecia igrejas, entrega-as a pastores e seguia sua jornada missionária. De tempos e tempos, visitava aquelas igrejas e ou lhes escrevia cartas. É isso.

CONCLUSÃO
Vimo na aula de hoje que o Espírito Santo vocaciona alguns na igreja para serem grandes ganhadores de almas, os evangelistas. Também vimos a história de homens que, sendo vocacionados por Deus, fizeram a diferença na obra da evangelização, com destaque para Felipe, arrebanhado muitas almas para o aprisco do Salvador. Mas não podemos ficar só nisso. Cabe a nós, em nossa geração tão carente, usar as armas do Espírito para anunciar o evangelho de Jesus e fazer a diferença em nossa geração.

BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, Claudionor. O desafio da evangelização: obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas novas a toda a criatura. Lições Bíblicas CPAD, 3º trimestre de 2016.
MACARTNEY, Clarence E. (org.). Grandes Sermões do mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
BOYER, Orlando. Heróis da fé: vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
DUEWEL, Wesley. Heróis da vida cristã: a inspiradora trajetória de grandes nomes do cristianismo. São Paulo: Vida, 2004.



[1] Ministério Profético e apostólico. A função do evangelista. Disponível em http://quadrangularmedeiros.blogspot.com.br/2010/03/funcao-do-evangelista.html. Acesso em 16.07.2016. 
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