sexta-feira, 8 de abril de 2011

Jesus, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem (parte 3)



A MORTE VICÁRIA E A RESSURREIÇAO DE CRISTO


“A penalidade do nosso pecado e rebelião é a morte. Jesus apresentou-se e disse: ‘Eu sofro essa morte’. Quando eu me encontrar na entrada dos céus e me pedirem a senha, sabem o que irei responder? Não irei dizer: ‘Senhor, preguei a grandes multidões’. Não direi: ‘Senhor, li a Bíblia toda’. Não vou dizer: ‘Senhor, casei-me com uma senhora muito crente. Venho confiando nas boas obras dela’. Irei dizer: ‘Senhor, eu apelo para o sangue, porque o sangue de Jesus, o seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (Billy Graham).

1. A morte vicária de Cristo. A morte de Jesus não foi um acidente ou o resultado de uma trama armada pelos judeus contra Ele. Cristo também não morreu como um mártir, definitivamente não. A cruz não foi apenas uma forma dramática de Deus externar a sua repulsa ao pecado e seu incomensurável amor pelos homens, não. A morte na cruz foi o único recurso, totalmente satisfatório, que Deus, em sua infinita sabedoria, encontrou para redimir o homem caído.

A morte de Jesus foi vicária e substitutiva. Assim escreveu o apóstolo Pedro em sua primeira carta: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus...” (3.18). Ainda o mesmo apóstolo: “Levando ele mesmo em seu corpo os nosso pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados” (2.24). Ademais, a morte na cruz foi predeterminada (At 2.23), voluntária (Jo 10.17), sacrificial (1 Co 5.7), propiciatória (1 Jo 4.10) e redentora (Gl 4.4,5). Bom, como diz a letra de um hino antigo: “A cruz que ele levou não era sua, era minha, era tua, era de Barrabás”.

2. A ressurreição de Jesus. Alguém disse uma vez: “O Cristianismo não seria mais do que uma religião, como outra qualquer, se cristo não tivesse ressuscitado dentre os mortos”. Perfeito. A ressurreição corporal e física de Jesus é o alicerce da fé que pregamos. Paulo procurou deixar isso bem claro. Escrevendo aos coríntios, disse o apóstolo: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Co 15.17).

“Mas agora Cristo ressuscitou”, continua o apóstolo. As provas estão aí para quem quiser ver: a) O sepulcro está vazio (Lc 24.3); b) Jesus apareceu a Maria Madalena, às mulheres, a Pedro, aos dois discípulos no caminho de Emaús, aos discípulos no Cenáculo, a Tomé, a João e depois a todo o grupo (Jo 20.16; Mt 28.5,8, 9; Lc. 24.13,14, 25-27, 30-32; Jo 20.19,26, 29; 1 Co 15.4-7); c) A transformação ocorrida em seus discípulos e nas obras realizadas por eles (At 2; 3; Mc 16.17); d) a descida do Espírito Santo e no testemunho de Pedro no dia de Pentecostes (At 2); etc. O grande problema de muitos críticos da ressurreição é que eles não acreditam em milagres, e essa doutrina depende da realidade do sobrenatural para subsistir. Por mais que o diabo e seus asseclas se esforcem para levar a doutrina da ressurreição ao descrédito, vão sempre se achar diante de um dilema: UM TÚMULO VAZIO.



CONCLUSÃO

Verdadeiro Deus e verdadeiro homem, somente Jesus pode ser mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Somente Ele pode fechar o abismo que existe entre um Deus santo e homens pecadores, e uni-los na reconciliação e união salvífica.



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